segunda-feira, 12 de novembro de 2012

XIII FEPEARA – 2012 – FESTIVAL ABERTO DE POESIAS DE ARAGUAÍNA.


INSCRIÇÕES GRATUITAS ABERTAS NA BIBLIOTECA MUNICIPAL E FACULDADE CATÓLICA DOM ORIONE / NUPEX.


PREMIAÇÃO MELHOR POESIA E MELHOR INTÉRPRETE!

PREMIAÇÃO MELHOR POESIA POR ACLAMAÇÃO POPULAR!

INSCREVA SUA POESIA!

MOSTRE O SEU TALENTO LITERÁRIO!

DÊ UM SHOW DE INTERPRETAÇÃO!


INSCRIÇÕES ATÉ O DIA 20 DE NOVEMBRO DE 2012.

Local: Nupex – Sala 12.

Ou Pelo E-mail: luizap19@hotmail.com

Demais Informações: 9219 3112.

APOIO:


Acalanto: Academia de Letras de Araguaina e Norte Tocantinense

Secretaria Municipal de Cultura

Grupo de Jovens Apocalipse


quarta-feira, 7 de novembro de 2012

Professor Concesso” é o escritor da ACALANTO que teve obra selecionada em Edital.

Membro da Academia Tocantinense e Araguainense de Letras, o escritor José Francisco Concesso, teve a sua obra MEU PRIMEIRO PICOLÉ, selecionada pelo Edital Estadual da SEDU, para compor as bibliotecas escolares do Estado do Tocantins.

O escritor, filósofo e teólogo José Francisco da Silva Concesso, lançou o livro “Meu Primeiro Picolé”, onde reúne uma seleção cuidadosa de crônicas, contos e ensaios que registram um pouco da trajetória vivida por esse destacado intelectual nascido em 9 de março de 1936, em Rio Espera, cidadezinha isolada nas montanhas de Minas Gerais, onde só conhecia picolé pelas informações das poucas pessoas que tinham a oportunidade de sair de lá.

Secretaria Estadual da Educação (Seduc) divulgou, na segunda-feira, o resultado do edital Obras do Tocantins, que tem como objetivo selecionar obras de autores tocantinenses para equipar as bibliotecas escolares da rede estadual. Ao todo foram inscritas 48 obras de todas as regiões do estado. De acordo com publicação no site da Seduc, foram contemplados ao todo 20 autores e, de cada livro selecionado, serão adquiridos 500 exemplares.


Ler “Meu Primeiro Picolé”,é mergulhar numa prazerosa viagem a um passado que deixou saudade e que hoje é resgatado através de uma linguagem despojada de pseudo-intelecutalismos, porém, sempre enriquecida de narrativas que nos cativam a alma. – diz o escritor.

Na apresentação da obra, o imortal escritor Murilo Vilela, titular da Academia Tocantinense de Letras, destaca que Concesso é um exemplo abnegado da humildade superioridade dos que continuam amando a Deus e o seu semelhante, pela fé divina e pela fraternidade que lhe conferiu a suprema força em conduzir galhardamente a cruz de um professor heroicamente brasileiro.

Depois dos estudos elementares em sua terra natal, entrou no seminário dos padres orionitas, em Burnier, município de Ouro Preto. Ordenou-se sacerdote em 10 de abril de 1965. Teve passagens por Belo Horizonte, Rio de Janeiro, Araguaína, Lagoa Santa, Roma, Espanha e Cuba. Nessas andanças estudou Filosofia, Teologia, Enfermagem Letras, Direito, pós-graduou-se em Educação e especializou-se em Língua Espanhola. Em terras tocantinenses, foi o primeiro diretor da Faculdade de Educação, Ciências e Letras de Araguaína.

SOBRE O AUTOR:

Sua bibliografia registra a publicação dos livros “Latim: Primeiros Passos” e “Data Vênia Análise Sistemática para Estudantes de Latim”.

Leciona Latim e Filosofia no Campus de Araguaína da Universidade Federal do Tocantins. O seu currículo literário e sua contribuição no universo das letras o credenciaram para ingressar, com mérito, como titular na Academia Tocantinense de Letras. Também preside a Academia de Letras de Araguaína e Norte Tocantinense, integra a Academia Cordisburguense de Letras Guimarães Rosa e é idealizador e fundador da Academia de Letras Mirim de Araguaína, além de membro correspondente da Academia Gurupiense de Letras.

segunda-feira, 5 de novembro de 2012

PRORROGADA AS INSCRIÇÕES PARA O 1º CONCURSO LITERÁRIO INTERNACIONAL DE TOCANTINOPOLIS

Após reunião com a ACALANTO - ACADEMIA DE LETRAS DE ARAGUAINA E NORTE TOCANTINENSE, decidiu-se pela prorrogação do CONCURSO LITERARIO INTERNACIONAL DE TOCANTINÓPOLIS, que teve as inscrições encerradas em 25 de agosto, último. Dentre os motivos apontados para prorrogação estão a pouca divulgação do evento por ocasão da FLIT e compromissos não assumidos de parceiros do evento.


No entanto, a ACALANTO, assume o compromisso de realizar o evento.

Desta forma, ficam validadas as inscrições que chegaram até o dia 25 de agosto e abre-se o prazo até o dia 31/12/2012, para novas inscrições.

quarta-feira, 26 de setembro de 2012

NOVO LIVRO NA PRAÇA TOCANTINENSE - DESINTEGRANTE

CONVITE DESINTEGRANTE CONVITE SEXTA NA AABB/ARAGUAINA TO



A primavera de setembro manda avisar que a brisa estará à disposição dos poetas e amantes da poesia na próxima sexta-feira, 28 de setembro, com o lançamento do Livro DESINTEGRANTE..., da autora MARINA DE ALCANTARA ALENCAR. Uma coletânea de poesias que foram publicadas durante dois anos em um blog, e agora deixa o mundo íntimo e virtual, adentrando ao mundo real, na forma de um livro. A coletânea será lançada na AABB Araguaina/TO, as 20hs.“

A coletânea, de 105 páginas, reúne 89 poemas e, segundo o Professor Edson Gallo, que prefaciou o livro, “a jovem autora remete o leitor dos lugares comuns, conduzindo-o a uma experiencia ímpar, ao seguir as trilhas abertas pela explosão de sentimentos escritos.”

A publicação do livro só foi possível graças a Bolsa Maximiano da Mata Teixeira, a partir de 2011, incorporada como ação do Fundo Estadual de Cultura na modalidade PRÊMIO MAXIMIANO DA MATA TEIXEIRA, categoria poesia, promovido pela Secretaria de Cultura e Fundação Cultural do Tocantins.

O lançamento será marcado pela presença de vários artistas tocantinenses, dentre eles o cantor Luiz Tupiniquim, o bailarino Michael Silva, que prometem alegrar o evento com um sarau lítero-musical com recitais, dança e muita música.

O .lançamento do livro acontecerá dia 28 de setembro, às 20 horas, na AABB-Araguaína, em Araguaína, Tocantins.

A entrada para a cerimônia de lançamento é aberta a todos os interessados e gratuita.Ver mais

sexta-feira, 14 de setembro de 2012




ARAGUAINA GANHA NOVA ESCRITORA

Neste sábado, 15, a partir das 20h, na GEP Livraria de Araguaina, Fernanda de Alcântara Alencar faz sua estreia na literatura com o livro de crônicas “Srta. Fê – uma contadora de histórias em busca de pontos e mais pontos de vista”. Um título extenso que faz jus ao que o leitor vai longamente deliciar. No prefácio, o jornalista e também escritor jjLeandro diz que o livro: “apresenta características hilárias e bem construídas”.
A obra é fruto do trabalho da escritora com histórias que abrangem sua infância e adolescência. A seleção das crônicas do livro permite ao leitor conhecer peculiaridades dos personagens sob a ótica da imaginação criativa da autora e a evolução de seu trabalho nos dois períodos de sua vida. Os textos foram selecionados pelo escritor Edson Gallo, fã de carteirinha da autora, que os reuniu prometendo fazer um livro para a filha que despertasse o interesse coletivo das pessoas pela leitura. “Ela escrevia em um blog, capturei-os de presente para o papel”, afirma Gallo.
Fernanda de Alcântara Alencar conta que “o livro fala do cotidiano da minha família, amigos, e de algumas inspirações a cerca do que eu via e ouvia. Quase todas as histórias e contos são ambientados em Araguaína, deixando transparecer o olhar crítico da criança e da adolescente que fui”. Fernanda já não se considera mais a mesma do livro. Hoje com mais de 20 anos comunga de vários outros pontos de vista, o que é comum a uma jovem em constante formação. Contudo, relata que respeita e se preserva através da obra com carinho enorme, afinal “é o depoimento e a visão verdadeira de uma fase de minha vida”. Para a autora, seria interessante que muitos outros jovens pudessem compartilhar da mesma experiência que ela deixando suas impressões registradas em livro. “Sem dúvida, teríamos um mundo bem melhor”, sonha.  


Por assessoria de Fernanda de Alcântara Alencar – 12/09/12


Postado por jjLeandro

terça-feira, 14 de agosto de 2012

Foto de jjLeandro



A MORTE NÃO MANDA AVISOS

Antes de sair ontem da fazenda para Araguaina um uivo comprido e fino de romper tímpanos espetou a madrugada. Da cama, protegido do frio do cerrado pelo cobertor, pus sentido nele. Não perdeu forças até findar de repente. Outros vieram depois lúgubres e prolongados como o primeiro. Percebi lá fora no pátio a inquietação dos cachorros, Tupã e Diana, guardiães da sede, desafiados.  Alvoroçaram-se em volta da casa latindo forte para os rumos do riacho e da mata da reserva legal quatrocentos metros além. Latidos intermitentes, como para coser a paz rompida da alvorada. No oitão esquerdo da casa o garanhão bateu cascos no chão do piquete endurecido pela estiagem. Também trotou nervoso na escuridão roçando o corpo ancho nos caniços secos do capim andropogon. Tudo ali pertinho de mim, o uivo parecendo brotar da escuridão do corredor da casa que leva aos quartos.
Quem desafiava assim a paz da madrugada?  Imediatamente, pelos latidos dos cachorros, elucidei o enigma de dias antes, na noite do desaparecimento do vaqueiro, encontrado morto na faixa de domínio da TO-080 dois dias depois de se acidentar com a própria moto, seis quilômetros distantes da fazenda.  Aqueles uivos não eram os primeiros. Na ocasião do desaparecimento do vaqueiro foram interpretados por minha sogra como presságios da Diana.
À mesa no café da manhã, ela me olhou com o véu da superstição ainda diante dos olhos. A claridade do sol fora incapaz de varrer-lhe da face os últimos vestígios da noite mal dormida pelo sumiço do funcionário.
— Você ouviu a Diana?
— Ouvi.
— Aquilo é mau agouro... o homem desaparecido. Isso não pode ser coisa boa.
Persignou-se em seguida.
Procurei aliviar a angústia dela.
— Pareceu-me que ela sentiu o frio da madrugada.
Sacudindo negativamente a cabeça, contra-atacou com certa razão:
— Mas há tempos faz frio.  Por que só agora com o desaparecimento do vaqueiro ela veio chorar assim tão feio?
Não desvendei o mistério antes porque os cachorros não latiram na noite do desaparecimento do vaqueiro. O uivo prolongado e triste não se repetiu naquela noite. Na madrugada de ontem foram ao menos três. Se a sogra não tivesse viajado antes de mim, com certeza tentaria impugnar meu retorno a Araguaina dirigindo o carro pela BR 153. Diria: “É mau agouro, não vá. Não viu o que aconteceu com o vaqueiro?”
Ainda na cama, evitando mudar de posição para não tocar a colcha fria fora do corpo, abri um sorriso: “Ah, não foi a Diana naquele dia. Foi o guará quem uivou”. Ladino, o lobo sondava uma vez mais o terreno. Queria constatar a vigilância frouxa ou a inexistência dela para abocanhar facilmente as galinhas no poleiro ou os leitões na pocilga.
A primeira coisa que fiz depois de levantei e abrir a porta da varanda  e como sempre Diana e Tupã me recepcionarem com a esperteza de sempre, o rabo oscilando alto de felicidade por me verem, foi afagar-lhes a cabeça e deitar antecipadamente na vasilha a ração matinal dos dois.
Podem ter estranhado a recompensa antes da hora, mas com certeza ficaram felizes.  

jjLeandro

quinta-feira, 3 de maio de 2012

ESTAÇÃO GURUPI DA FEIRA LITERÁRIA INTERNACIONAL DO TOCANTINS







LITERATURA DE GURUPI EM FESTA COM A ESTAÇÃO GURUPI DA FLIT - ABERTURA FOI DIA 26 DE ABRIL, À NOITE. O PÚBLICO SUPEROU AS EXPECTATIVAS DA SECRETARIA DE CULTURA DE ESTADO. (Fotos de Zacarias Martins)